Há uma razão pela qual muitas empresas ficam anos com um sistema de picagem que já não é o melhor para elas: mudar mete medo. O medo não é do preço nem das funcionalidades, é de perder anos de registos, de ter de reintroduzir todos os colaboradores à mão, de reconstruir horários e calendários do zero. Este artigo é sobre como tirar esse medo da equação.
Porque a transição é o verdadeiro travão
Um sistema de picagem não é como trocar de fornecedor de material de escritório. É uma ferramenta de que a empresa depende todos os dias e que acumula historial: anos de registos, dezenas de colaboradores configurados, horários ajustados ao longo do tempo, calendários de feriados e férias. A ideia de reconstruir tudo isto manualmente é, compreensivelmente, suficiente para muita gente adiar a mudança indefinidamente, mesmo quando sabe que há opções melhores.
O que é preciso migrar, na prática
- Colaboradores: os dados de cada pessoa, em vez de reintroduzir um a um.
- Registos históricos: as horas já trabalhadas, importantes para efeitos legais e de continuidade.
- Horários: as regras de entrada, saída, pausas e turnos já definidas.
- Calendários: feriados, mapas de férias e outras marcações já planeadas.
Como a Picco ajuda nesta transição
A Picco oferece ajuda no processo de migração a partir do sistema antigo. Em vez de a empresa ter de reintroduzir tudo à mão, os dados dos colaboradores podem ser importados de uma vez, e os registos históricos de horas, quando exportáveis do sistema anterior, podem ser trazidos para a plataforma. Os horários e calendários são reconstruídos com apoio, não deixados como um problema para a empresa resolver sozinha.
O objetivo é simples: que a mudança de sistema não signifique começar do zero, nem perder o historial acumulado.
Uma transição faseada, sem cortar o que já funciona
Não é preciso desligar o sistema antigo no dia em que se liga o novo. Uma abordagem prudente é correr os dois em paralelo durante um período de teste, garantir que a nova plataforma está a registar corretamente, e só depois descontinuar o antigo. Isto remove o risco de ficar sem registo de horas durante a transição.
Perguntas frequentes
Vou perder os registos históricos se mudar de sistema?
Não, se o sistema antigo permitir exportar esses dados. A Picco ajuda a importar os registos históricos de horas, para que a empresa mantenha a continuidade e não perca o historial necessário para efeitos legais.
Tenho de reintroduzir todos os colaboradores à mão?
Não. Os dados dos colaboradores podem ser migrados de uma vez, em vez de introduzidos individualmente, o que poupa tempo e reduz erros.
Quanto tempo demora a migração?
Depende do volume de dados e de que forma o sistema antigo permite exportá-los, mas a migração dos colaboradores costuma ser rápida. O importante é que não é um processo que a empresa tem de enfrentar sozinha.
Posso manter o sistema antigo enquanto testo a Picco?
Sim, e é recomendável. Correr os dois em paralelo durante um período de teste permite confirmar que está tudo a registar bem antes de descontinuar o sistema anterior.

