Chega o verão e o restaurante à beira-mar duplica a equipa. Aproxima-se o Natal e a loja contrata reforço para aguentar o movimento. Um hotel enche na época alta e precisa de mais rececionistas, mais pessoal de limpeza, mais gente na cozinha. Em todos estes casos, o negócio cresce depressa durante algumas semanas, e com ele cresce um problema muito concreto: gerir mais pessoas, mais turnos e mais horas sem perder o controlo.
Porque as épocas altas mudam tudo na gestão de equipas
Muitos setores em Portugal vivem de picos sazonais. O verão e o Natal, em particular, trazem mais procura, mais consumo e a necessidade de contratar colaboradores temporários por períodos curtos. É bom para o negócio, mas coloca uma pressão real sobre quem tem de organizar horários e controlar presenças de uma equipa que, de um mês para o outro, pode duplicar.
O problema não é apenas ter mais gente. É ter gente nova, muitas vezes sem experiência na casa, a entrar e sair em turnos diferentes, ao mesmo tempo que a equipa habitual continua a trabalhar. Sem um sistema fiável, os erros de horas e de pagamento multiplicam-se exatamente na altura de maior faturação.
Os setores mais afetados pela sazonalidade
- Restauração, com verão e festas a encher esplanadas e salas, e reforço de cozinha e sala.
- Hotelaria e alojamento, com época alta a exigir mais rececionistas, limpeza e cozinha.
- Atividades e turismo em grupo, com guias e monitores contratados para a época.
- Comércio e retalho, com o Natal a obrigar a reforçar caixas e reposição.
- Logística, com o pico de encomendas de fim de ano a exigir mais braços no armazém.
O desafio da contratação temporária
Um colaborador temporário custa a integrar e trabalha poucas semanas. Por isso, é ainda mais importante que o registo do seu tempo seja simples e imediato desde o primeiro dia, sem formação demorada e sem depender de o novo colaborador instalar uma app ou perceber um sistema complicado.
Ao mesmo tempo, a lei não faz descontos por ser trabalho temporário. O artigo 202.º do Código do Trabalho obriga a registar os tempos de trabalho de qualquer colaborador, incluindo os sazonais, com horas de entrada e saída, e a guardar esses dados por cinco anos. Contratar às pressas para a época alta não isenta a empresa desta obrigação.
Como a Picco ajuda a gerir picos de trabalho
A Picco by Damastor foi pensada para ser fácil de pôr a funcionar e fácil de escalar, o que a torna útil precisamente quando a equipa cresce de repente.
- Adicionar colaboradores em minutos, dando um cartão ao novo elemento ou registando a sua impressão digital, sem processos demorados.
- Custo que acompanha a equipa, com a plataforma a partir de 9,90€ por mês até 10 colaboradores e 0,60€ por mês por cada colaborador adicional, o que se ajusta a quem sobe e desce de equipa conforme a época.
- Registo imediato desde o primeiro turno, para controlar assiduidade, pontualidade e horas dos novos colaboradores desde o início.
- Cálculo automático de horas e turnos, essencial quando há muita gente com horários diferentes ao mesmo tempo.
Assiduidade e pontualidade de quem é novo na casa
Com colaboradores temporários, a pontualidade e a assiduidade tornam-se ainda mais importantes, porque a equipa está a trabalhar no limite durante a época alta e cada falta pesa mais. Ter o registo objetivo de quem chegou a horas, quem faltou e quantas horas fez cada um permite ao gestor agir cedo, distribuir turnos de forma justa e pagar exatamente o que foi trabalhado, sem depender da memória de ninguém.
Vários pontos, uma só plataforma, também na época alta
Se reforçar mais do que um estabelecimento na época alta, por exemplo duas esplanadas ou várias lojas, pode ter um terminal em cada ponto e ver todas as presenças na mesma plataforma. O gestor acompanha a equipa sazonal de todos os locais a partir de um único painel, o que faz diferença quando há dezenas de pessoas novas a entrar ao mesmo tempo em sítios diferentes.
Quando a Picco pode não ser o essencial
Se o reforço sazonal for de uma ou duas pessoas apenas, o ganho é menor, ainda que a obrigação legal de registo se mantenha. E quem precise de gerir todo o processo de recrutamento sazonal, das candidaturas aos contratos, precisará de uma ferramenta de RH dedicada a isso, a Picco trata da assiduidade e do tempo, não do recrutamento em si.
Perguntas frequentes sobre gerir equipas em época alta
Consigo adicionar colaboradores temporários rapidamente?
Sim. Basta dar um cartão ao novo colaborador ou registar a sua biometria, e fica pronto a picar desde o primeiro turno.
E quando a época alta acabar, o custo desce?
O custo acompanha a equipa. A plataforma parte de 9,90€ por mês até 10 colaboradores, com 0,60€ por mês por cada colaborador adicional, pelo que se ajusta conforme adiciona ou remove pessoas.
Tenho de registar o ponto de trabalhadores temporários?
Sim. O artigo 202.º do Código do Trabalho aplica-se a qualquer colaborador, incluindo os sazonais e temporários.
A Picco ajuda a controlar a pontualidade dos novos colaboradores?
Sim. Regista entradas, saídas, atrasos e faltas de cada colaborador, o que dá ao gestor uma visão objetiva da assiduidade e pontualidade da equipa sazonal.
Posso gerir vários estabelecimentos na mesma conta?
Sim. Vários terminais em vários locais ligam-se à mesma plataforma, com o controlo das presenças centralizado num único painel.
Fontes: Código do Trabalho, artigo 202.º. Este artigo tem carácter informativo e não substitui aconselhamento jurídico específico.
