Às cinco da manhã já entra o primeiro turno para preparar as expedições. À tarde chega o reforço para descarregar camiões. À noite outra equipa faz o inventário. Num armazém de logística, o movimento raramente para, e saber exatamente quem entrou, a que horas e em que turno é essencial para a operação funcionar e para as contas baterem certo no fim do mês.
Porque a logística exige um controlo de tempo rigoroso
Um armazém ou centro de distribuição trabalha por turnos, muitas vezes 24 horas por dia, com equipas grandes e rotativas. O número de colaboradores varia com o volume de encomendas, há picos sazonais, e é comum recorrer a trabalho temporário. Neste ambiente, um registo de presenças pouco fiável traduz-se rapidamente em erros de pagamento, em conflitos e em dificuldade de planear turnos.
Além disso, boa parte dos colaboradores está em movimento pelo armazém, com equipamento nas mãos e, muitas vezes, com ligação de rede fraca no interior do edifício. Uma app dependente de internet estável nem sempre é a solução mais fiável.
O que precisa de ser controlado num armazém
- Turnos rotativos, incluindo turnos noturnos e de fim de semana.
- Entradas e saídas de equipas grandes, com muitos colaboradores a picar em pouco tempo.
- Trabalho temporário e sazonal, com colaboradores que entram por períodos curtos.
- Horas extraordinárias, frequentes em época de maior volume.
- Presenças por área, da receção à expedição, passando pelo picking e pelo inventário.
A lei também se aplica à logística
O artigo 202.º do Código do Trabalho obriga a registar os tempos de trabalho de cada colaborador, com horas de entrada e saída, e a guardar esses dados por cinco anos. Em operações com turnos e trabalho temporário, ter um registo automático e conforme protege tanto o empregador como o trabalhador, e evita problemas numa fiscalização da ACT.
Como a Picco responde às necessidades de um armazém
A Picco by Damastor lida bem com o volume e o ritmo de uma operação de logística.
- Picco CS, terminal de cartão RFID por 189€, com leitura rápida por aproximação, ideal para equipas grandes que picam ao mesmo tempo à entrada do turno.
- Picco FP, terminal híbrido com biometria, reconhecimento facial, PIN e RFID, entre 329€ e 349€, autoinstalável em cerca de 12 minutos.
- Plataforma cloud, a partir de 9,90€ por mês até 10 colaboradores, com 0,60€ por mês por cada colaborador adicional, o que a torna previsível mesmo com equipas grandes.
O terminal é comprado, não alugado, e o cartão RFID lê à distância, o que acelera a picagem quando há dezenas de pessoas a entrar no mesmo turno.
Várias zonas, vários armazéns, uma só plataforma
Num armazém grande, pode montar vários terminais em pontos diferentes, por exemplo na entrada principal, na zona de expedição e no cais de receção, todos ligados à mesma plataforma. Isto evita filas e garante que cada colaborador pica no ponto mais próximo do seu posto.
E para operações com mais do que um armazém ou centro de distribuição, o modelo é o mesmo: vários terminais em várias sedes, ligados à mesma conta, com o gestor a ver as presenças de todos os armazéns num único painel. Para quem coordena logística em vários pontos, é a diferença entre juntar mapas de horas à mão e ter tudo centralizado num só sítio.
O que a operação ganha
- Picagem rápida de equipas grandes, sem filas à entrada do turno.
- Registo fiável mesmo com rede fraca no interior do armazém.
- Cálculo automático de turnos, noturnos, horas extra e faltas.
- Gestão simples de trabalho temporário e sazonal.
- Controlo centralizado de vários armazéns num único painel.
Quando outra abordagem pode ser preferível
Se a operação precisar de um sistema completo de gestão de armazém, com controlo de stock, rotas e integração com transportadoras, isso é outro tipo de software, a Picco trata da assiduidade e das presenças, não da gestão logística em si. As duas coisas complementam-se, mas não são o mesmo produto.
Perguntas frequentes sobre picagem de ponto em logística
A picagem é rápida quando entra muita gente ao mesmo tempo?
Sim. O cartão RFID lê por aproximação, sem contacto, o que permite picar equipas grandes rapidamente à entrada do turno.
Funciona com rede fraca dentro do armazém?
Os terminais registam localmente e sincronizam com a plataforma, o que os torna fiáveis mesmo em zonas com ligação de rede menos estável.
Consigo gerir vários armazéns numa só conta?
Sim. Vários terminais em vários armazéns ligam-se à mesma plataforma, com o controlo centralizado num único painel.
A Picco é boa para gerir trabalho temporário?
Sim. Pode adicionar e remover colaboradores conforme a necessidade, o que se adapta bem a picos sazonais e a contratações temporárias.
Como funciona o preço com equipas grandes?
A plataforma parte de 9,90€ por mês até 10 colaboradores, com 0,60€ por mês por cada colaborador adicional, o que mantém o custo previsível mesmo em equipas grandes.
Fontes: Código do Trabalho, artigo 202.º. Este artigo tem carácter informativo e não substitui aconselhamento jurídico específico.
