Nem todo o software que as empresas portuguesas usam é feito a pensar nelas. A maioria dos sistemas de gestão de assiduidade que circulam no mercado nacional foi desenhada noutros países, traduzida à pressa e adaptada — muitas vezes mal — à realidade legal e operacional portuguesa. A Picco nasceu precisamente para inverter essa lógica: é um sistema de picagem de ponto pensado, desenhado e desenvolvido em Portugal, entre Braga e a Póvoa de Lanhoso.
Um produto com morada
A Picco é desenvolvida pela Damastor, uma empresa tecnológica sediada na região de Braga, com raízes na Póvoa de Lanhoso. Não é uma marca branca importada nem um software genérico revendido. É um produto criado de raiz por uma equipa portuguesa que conhece o tecido empresarial do Norte do país: as pequenas e médias empresas industriais, as oficinas, as unidades de produção, as fábricas de têxtil, madeira e papel que constroem boa parte da economia da região.
Esta proximidade não é um detalhe de marketing. É uma vantagem real. Quando o sistema é feito por quem vive a mesma realidade dos clientes, as decisões de produto refletem problemas concretos — e não suposições feitas a milhares de quilómetros de distância.
Porque é que a origem importa
Um sistema de registo de assiduidade tem de cumprir o Código do Trabalho português. Tem de lidar com turnos, bancos de horas, subsídios e regras de pausa que são específicas da legislação nacional. Tem de funcionar em chãos de fábrica reais, onde nem sempre há internet estável e onde os colaboradores não querem (nem devem ter de) usar o smartphone para picar o ponto.
Um produto desenvolvido em Portugal parte já com estas exigências resolvidas. Não é preciso adaptar nem improvisar: a conformidade legal portuguesa e espanhola está no núcleo do sistema desde o primeiro dia. E o suporte é dado em português, por quem está no mesmo fuso horário e percebe o contexto de quem liga.
O que é a Picco
A Picco combina um terminal físico de leitura RFID — o Picco CS — com uma plataforma de gestão em cloud. O colaborador passa um cartão de proximidade no terminal e o registo de entrada ou saída fica gravado ao segundo. O gestor acede aos dados em tempo real a partir de qualquer dispositivo, e exporta relatórios prontos para a contabilidade.
A instalação é feita pela própria empresa, em menos de 8 minutos, sem necessidade de técnicos. O sistema funciona mesmo sem ligação à internet, guardando os registos localmente e sincronizando assim que a ligação regressa. E o preço foi pensado para o orçamento de qualquer PME: a plataforma começa nos 9,90 euros por mês.
Feito aqui, para quem é daqui
Há algo de simbólico em construir tecnologia de qualidade fora dos grandes centros. Braga e a Póvoa de Lanhoso não são São Francisco nem Berlim — mas são casa para uma comunidade de empresas que merecem ferramentas tecnológicas à altura das que existem nas grandes cidades, sem pagar preços de grande cidade.
A Picco é isso mesmo: um sistema de picagem de ponto desenvolvido no Norte de Portugal, para as empresas portuguesas e espanholas que querem gerir a assiduidade com rigor, simplicidade e a um custo justo. Saiba mais em damastor.com/picco.
