Há um padrão entre os nossos clientes. Não estão em escritórios. Trabalham em sítios onde o telemóvel está na taquilha, há ruído, há óleo, há água, e há rotação de pessoas. São esses os negócios para quem o Picco foi desenhado de raiz.
Se reconhece o seu negócio nas próximas linhas, este sistema foi pensado para si. Se não reconhece, talvez uma solução all-in-one tipo Factorial ou Sesame faça mais sentido — e não há mal nenhum em dizê-lo.
Setores de produção: onde cada minuto conta e o telemóvel não entra
Em produção, há regras claras: telemóveis ficam na taquilha por questões de segurança, ou são proibidos perto de máquinas. Apps de picagem por smartphone simplesmente não funcionam. O colaborador entra, vai à linha, e fica lá até à pausa. Picar o ponto tem de ser uma passagem de cartão na entrada, não um login com PIN.
Carpintaria
Serras, prensas, pó de madeira por todo o lado. O telemóvel não dura uma semana. As mãos estão sempre ocupadas ou sujas. A picagem RFID resolve isto: o cartão vai no bolso ou no porta-chaves, basta encostar ao terminal.
Papel e embalagem
Linhas de produção contínuas com turnos rotativos. Há entradas a meio da noite e saídas às 6h. Calcular isto manualmente é receita para erros. O Picco aplica as regras de turno automaticamente, incluindo majoração de noturno.
Metalúrgica
Ambiente exigente. Máquinas pesadas, soldadura, fumos. Os colaboradores usam EPI e não querem estar a tirar luvas para mexer no telemóvel. O cartão RFID resolve: passa-se com a luva calçada.
Armazéns e logística
Equipas grandes a entrar e a sair em horas diferentes. Cargas e descargas durante a noite. Conferentes, picking, expedição. Sem um terminal físico à entrada, a gestão de horas torna-se um pesadelo administrativo.
Qualquer outra secção de produção
Têxtil, cerâmica, alimentar, plástico, automóvel. Se há uma linha de produção, há turnos. Se há turnos, há horas extra. Se há horas extra, tem de haver registo fiável. É a equação simples.
Setores com rotação alta e contratos curtos: o desafio das equipas ocasionais
Há um grupo inteiro de PMEs que vive com colaboradores intermitentes. Não são funcionários a tempo inteiro com horário das 9 às 18. São pessoas que entram para limpezas matinais, para um turno extra de fim de semana, para reforço sazonal. E mudam frequentemente.
Soluções baseadas em app são um problema duplo aqui. Primeiro, porque exigem que cada colaborador instale uma app e crie conta. Para uma senhora que vai limpar 3 horas por dia, isto é uma barreira. Segundo, porque quando a pessoa sai, os dados do telemóvel dela ficam no sistema.
Hotelaria
Senhoras das limpezas, recepção rotativa, manutenção que aparece a dias, cozinha com horários partidos. Funcionários sazonais no verão, dispensados no inverno, recontratados na época. Um cartão RFID que se entrega à entrada e se devolve à saída é mais simples do que gerir 30 contas de app por época.
Lavandarias industriais
Quem lava, passa, dobra e prepara a roupa de hotéis, restaurantes e clínicas. É um setor com forte rotação, ambiente húmido (que estraga telemóveis), e turnos que começam às 5 da manhã. O Picco encaixa naturalmente: terminal à entrada, cartão na mão (ou ao pescoço), uma passagem e está.
Restauração e catering
Cozinheiros, copa, empregados de mesa, eventos. Horários partidos. Reforços de fim de semana. A rotação na restauração portuguesa é elevadíssima — uma pessoa pode passar por 3 restaurantes num ano. Cartões RFID que ficam na empresa simplificam tudo.
Limpezas e manutenção contratada
Empresas que prestam serviço a edifícios, escritórios e condomínios. Equipas a deslocar-se entre locais. Há quem trabalhe 2 horas num sítio, 3 noutro. A clareza do registo protege a empresa e o colaborador.
Porque é que o cartão Picco CS funciona melhor nestes ambientes
Há três razões práticas, e nenhuma delas tem a ver com tecnologia avançada. Tem a ver com o terreno.
Funciona para qualquer idade e qualquer nível de literacia digital
Um colaborador de 22 anos e uma colaboradora de 58 picam da mesma maneira: encostam o cartão. Não há login, não há PIN, não há "esqueci-me da password". A senhora das limpezas que nunca usou uma app na vida pica o ponto sem aprender nada novo. Isto reduz fricção em equipas grandes e diversas.
Reduz a manipulação de horas
Apps móveis com geolocalização parecem seguras, mas há truques: GPS spoofing, contas partilhadas, picar pelo colega que está atrasado. Com o cartão RFID, há que estar fisicamente à entrada para passar. E o sistema regista o segundo exacto. Acabam-se os arredondamentos de 5 minutos.
Cartões ficam na empresa, não em casa
Esta é a parte que muitos esquecem. Os cartões Picco CS podem ficar numa caixa à entrada da empresa, distribuídos diariamente pelo responsável de turno. Quem entra, leva o seu cartão. Quem sai, devolve. Isto evita perdas, evita esquecimentos em casa, e evita que um cartão circule fora do local de trabalho.
Para colaboradores ocasionais, isto é ainda mais importante. Não fica nenhum dispositivo pessoal associado ao sistema. O cartão é da empresa, fica na empresa, e a pessoa que sai não leva nada consigo.
O que distingue o Picco das alternativas para estes setores
Sendo directo: a maioria das soluções no mercado não foi pensada para PMEs portuguesas. Foram pensadas para empresas grandes (Innux, Idonic, com preços enterprise), ou para escritórios modernos (Factorial, Sesame, com app móvel). O Picco fica no meio, e propositadamente.
Preço transparente, sem letra pequena. 9,90 euros por mês no plano anual ou 15 euros no mensal, mais 179 euros do terminal Picco CS uma única vez. Está tudo na página de preços.
Sem contratos de fidelização. Pode cancelar a qualquer momento. Devolvemos a totalidade nos primeiros 30 dias se não for o que esperava.
Sem custos escondidos. Relatórios, exportações para PHC ou Primavera, alertas de atraso, gestão multi-loja: tudo incluído. Não há módulos pagos à parte.
Suporte em português, por pessoas em Portugal. Não há chatbot inglês a tentar entender o que se passa.
Quando o Picco talvez não seja a melhor escolha
Honestidade primeiro. Se a sua empresa for 100 por cento escritório, com 30 ou mais colaboradores, e precisar de avaliações de desempenho, recrutamento, formulários de RH e portal do colaborador — uma plataforma all-in-one como o Factorial faz mais sentido. O Picco foca-se em fazer uma coisa muito bem (picagem de ponto), não em ser o ERP de RH da sua empresa.
Para tudo o resto — produção, hotelaria, lavandarias, restauração, manutenção, armazéns, e qualquer negócio com colaboradores que não passam o dia em frente a um computador — o Picco foi feito para si.
Próximos passos
Para ver o custo exacto para o seu número de colaboradores, use o simulador em piccohr.com/simulador. Em menos de um minuto sabe o que vai pagar por mês e por ano.
Para ver o sistema a funcionar antes de comprar, peça uma demonstração em piccohr.com/forms/demonstracao. Não há compromisso, e a garantia de devolução nos primeiros 30 dias está sempre lá.

