Imagine que, atualmente, alguém na empresa gasta cerca de 2 horas por mês a recolher, corrigir e organizar os registos de assiduidade antes de os enviar à contabilidade. Se essa pessoa tem um custo/hora à empresa de, por exemplo, 10€ (salário mais encargos), isso representa 20€ por mês só em tempo administrativo, 240€ por ano.
O custo da Picco para esta equipa é 9,90€ por mês (118,80€ por ano) mais o terminal, 189€ uma única vez. No primeiro ano, o custo total é aproximadamente 308€. Se o sistema eliminar, mesmo que parcialmente, o tempo administrativo gasto manualmente, o retorno já é perceptível dentro do primeiro ano, e nos anos seguintes o custo cai para pouco mais de 100€ por ano, sem custo de terminal.
Considere todos os fatores
- Risco de contraordenação. A violação do Artigo 202.º é contraordenação grave. Um sistema que garante consulta imediata reduz este risco de forma direta.
- Erros de processamento salarial. Um cálculo errado de horas extra, repetido todos os meses para vários colaboradores, acumula-se num valor real ao longo de um ano, seja a favor ou contra a empresa.
- Tempo de gestão em disputas. Reconstruir registos manuais para responder a uma queixa ou processo de despedimento consome muito mais tempo do que exportar um relatório já organizado.
Como calcular o seu próprio caso
Multiplique o tempo mensal atualmente gasto em gestão de assiduidade pelo custo/hora de quem faz esse trabalho, e compare com o custo mensal do sistema. Se o tempo poupado ultrapassar o custo, ou se aproximar dele, considerando também a redução de risco legal e de erro, o retorno costuma justificar-se rapidamente para equipas a partir de 5 a 10 colaboradores.
Nota: os valores usados neste exemplo são ilustrativos, para demonstrar o método de cálculo. Os números reais da sua empresa podem ser diferentes.

