"A partir de X€ por mês" é a frase mais comum em sites de sistemas de picagem de ponto. O problema é o que vem depois desse "a partir de". Com base na pesquisa que fizemos aos principais fornecedores do mercado português, aqui ficam os custos que raramente aparecem em destaque.
Custo por terminal
Vários fornecedores cobram uma mensalidade pelo próprio terminal físico, em vez de o vender. Um aluguer de 20€ por mês parece pouco, mas ao longo de 5 anos representa 1.200€, sem que o equipamento seja alguma vez propriedade da empresa. A Picco vende o terminal uma única vez (189€ ou 349€), e a partir daí é seu.
Custo por colaborador
Modelos de preço por colaborador (ex: 0,75€ por pessoa por mês) parecem justos no início, mas significam que o custo mensal sobe automaticamente com cada contratação, sem que a empresa tenha necessariamente decidido pagar mais nesse mês. A Picco cobra um valor fixo até 10 colaboradores, previsível independentemente do crescimento da equipa dentro desse limite.
Preço "sob consulta" ou transparente
Vimos vários fornecedores maiores, sobretudo os pensados para grandes organizações ou para instalar através de revendedores, sem qualquer preço publicado. Isto obriga a um processo comercial completo (contacto, proposta, negociação) apenas para descobrir se a solução está dentro do orçamento. A Picco publica o preço diretamente no site.
Custos de instalação e técnico
Soluções pensadas para grandes organizações costumam exigir instalação por um técnico ou integrador, o que acrescenta um custo à parte, muitas vezes não incluído no preço inicialmente apresentado. A Picco foi desenhada para instalação pelo próprio cliente, sem esse custo.
Software licenciado à parte do hardware
Em fabricantes centrados em hardware, o terminal e a licença de software de gestão podem ser vendidos separadamente, por vezes com pagamento por dispositivo ou por utilizador, instalado num PC ou servidor que a empresa tem de manter. Na Picco, terminal e software fazem parte da mesma proposta, sem peças adicionais a comprar.
Como comparar propostas de forma justa
Antes de comparar preços entre fornecedores, pergunte sempre: o terminal é comprado ou alugado? O preço sobe com cada colaborador? Há custo de instalação à parte? O software está incluído ou é licenciado separadamente? Só depois de responder a estas quatro perguntas é possível comparar o custo total real, não só o número destacado na homepage.
Valores de referência obtidos nos sites oficiais dos fornecedores mencionados em julho de 2026. Os modelos comerciais podem mudar, confirme sempre diretamente com cada fornecedor.

